Mudas de Arvores Nativas

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MUDAS FLORESTAIS
ARVORES FLORESTAIS

MUDAS NATIVAS PARA REFLORESTAMENTO
Mudas para reflorestamento de arvores nativas ou exoticas

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Mudas para reflorestamento de arvores nativas e exoticas

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O viveiro de mudas florestais é um dos setores essenciais dentro do processo produtivo, devido à importância da qualidade das mudas florestais para o estabelecimento de plantios comerciais. Em 2005, foi realizado um levantamento de técnicas e rendimentos operacionais obtidos em viveiros florestais de quatorze empresas associadas ao IPEF, localizadas em diferentes regiões do Brasil. Neste levantamento foi observado o numero de mudas produzidas, as principais espécies, os métodos de propagação, as características das mudas e dos recursos utilizados.

Introdução

Para o abastecimento das indústrias de base florestal como fábricas de celulose, painéis à base de madeira reconstituída e siderurgia é necessário grande quantidade de árvores, consequentemente, produção em larga escala de mudas de eucaliptos e pinus. A procura constante pelo melhoramento da qualidade das mudas e pela racionalização de custos de produção tem justificado a elevada demanda por pesquisas e desenvolvimento tecnológico.

Nos últimos vinte anos, os viveiros florestais passaram por grandes modificações, refletindo o considerável investimento científico, que resultou em notável avanço tecnológico. Houve progressos na qualidade fisiológica das mudas, o consumo de insumos e os rendimentos operacionais diminuíram, e as condições de trabalho dos funcionários melhoram.

Segundo a Sociedade Brasileira de Silvicultura, a área plantada com florestas em 2005 foi de 553 mil hectares.Para atender essa demanda, estima-se que foram produzidas mais de 1 bilhão de mudas florestais. Os viveiros viabilizaram mais de 110 mil empregos diretos e movimentaram mais de 200 milhões de reais em custeio. Em 2006, foram plantados cerca de 600 mil hectares, aumentando assim a demanda por mudas florestais. Assim, os viveiros atuais precisam aumentar constantemente sua produção, e abre-se oportunidade para novos empreendimentos nesse ramo comercial. Contudo, a seguinte questão é comumente levantada: “qual é o nível tecnológico dos viveiros existentes”? Não há uma pesquisa atualizada sobre essa questão. Assim, fez-se a presente pesquisa técnica em viveiros florestais de empresas associadas ao IPEF e em viveiros terceirizados.

MUDAS FLORESTAIS:

Método de pesquisa

Em julho de 2005, foi enviado um questionário com perguntas sobre os sistemas de produção de mudas seminais e clonais a todas empresas associadas ao IPEF.

As seguintes empresas responderam o questionário: Acesita Energética S.A., Aracruz Celulose S.A., CAF Santa Bárbara Ltda, Celulose Nipo-Brasileira S.A. – CENIBRA, CESP, Duratex S.A., Eucatex S/A Indústria e Comércio, Inpacel Agroflorestal Ltda., International Paper do Brasil Ltda., Jari Celulose S/A, Klabin S.A., Ramires Reflorestamento S/A, Ripasa S/A - Celulose e Papel, Veracel Celulose S.A. e Votorantim Celulose e Papel S.A.

As informações compiladas foram apresentadas no Seminário Técnico sobre Viveiro Florestal, realizado na Suzano Bahia Sul, em Texeira de Freitas e Mucuri, Ba, em outubro de 2005.

Resultados

Somando a produção de todos os viveiros que responderam a consulta, chegou-se a quantidade de 280 milhões de mudas por ano, suficiente para estabelecer, aproximadamente, 170.000 ha.

As espécies mais plantadas são Eucalyptus grandis, E. urophylla, híbrido E. grandis vs. E. urophylla. Em menor escala, E. camaldulensis, E. cloeziana, E. dunni, E. globulus, E. pellita e E. saligna. Entre as empresas que responderam a consulta, apenas uma empresa produzia mudas de Pinus taeda.

A grande maioria das mudas (85%) é produzida por propagação vegetativa, com uso de mini-estacas (Figura 1), sendo a principal fonte dessas estacas o mini-jardim clonal.

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Figura 1. Sistemas de produção de mudas de Eucalyptus
Características das mudas

O tempo de produção de mudas por propagação vegetativa é em média 15 dias menor do que o obtido por propagação com sementes (Tabela 1). O tempo de produção das mudas de Pinus é 180 dias que é superior ao do Eucalyptus em 70 %. As mudas nativas têm um intervalo de produção diferenciado para cada grupo de espécie, sendo o tempo mínimo de 90 dias e o máximo de 210 dias.

De acordo com Stape et al. (2001) a altura média padrão das mudas aumentou ao longo dos últimos 40 anos, mas existem variações entre as empresas, para a altura padrão das mudas prontas para o plantio que neste levantamento o valor médio é de 28 cm.

O custo médio das mudas por via vegetativa (R$ 0,19 por muda) é aproximadamente o dobro do custo via semente (R$ 0,10 por muda), o que não difere muito da década de 80 quando se iniciou o processo de macro-estaquia para a propagação assexuada. No entanto existem variações, entre as empresa, para o custo de produção que está relacionado com as diferenças regionais e estratégicas das empresas.

Tabela 1. Características das mudas propagadas por sementes e mudas clonais
Table 1. Stock’s characteristics in different propagation methods

  Tempo (dias) Altura ideal (cm) Custo de produção (R$/mil)
   Minimo Médio Maximo Minimo Médio Maximo Minimo Médio Maximo
Seminal 75 108 150 20 29 40 80,00 99,00 110,00
Vegetativa 75 93 120 25 28 35 90,00 192,00 295,00

A área total ocupada pelos viveiros que participaram do levantamento é de aproximadamente 165 ha, em media uma área de 11 ha de viveiro para cada empresa, variando de 5 até 32 ha. A produção de mudas é de 231 por metro quadrado, sendo o valor mínimo de 99 e maximo de 450 mudas por metro quadrado. Essa variação ocorre devido ao tempo de produção de mudas e as características de planejamento do viveiro, pois em muitos casos os viveiros são projetados para futura expansão na produção.

Recursos utilizados

Água- A principal fonte de água são os poços artesianos, mas também existem outras fontes como: represas, lagoas, cursos d’águas, nascentes e água tratada e foi observado a preocupação com o uso racional desse recurso.

Recipientes – Os recipientes mais utilizados são os tubetes de 50 cm³, mas existe em escala experimental e para algumas empresas em escala comercial a utilização do tubete de 30 cm³. Os recipientes utilizados pelo setor foram modificados ao longo dos últimos 40 anos em relação ao volume e ao material de constituição (Stape et al. 2001).

Substrato – Com a adoção dos tubetes e também do sistema de propagação vegetativa, passou-se a utilizar uma mistura de substratos orgânicos e vermiculita. Existem algumas variações nessa mistura que podem ser observadas na Tabela 2, que apresenta exemplo de 6 empresas.

Tabela 2. Exemplos da composição dos substratos utilizados por 6 empresas

Composto/Empresa    1 2 3 4 5 6
Quantidade (%)
Casca ou palha de arroz 25 30 30 50 50 20
Vermiculita 50 30    50    40
Fibra de casca de coco 25          50   
Casca de Pinus    40 70         
Turfa                40

Outros compostos: casca de eucalipto e substratos preparados.

Adubação – Esse insumo é aplicado na adubação de base, junto ao substrato, e na adubação de cobertura, junto com a irrigação, que é diferenciada para as distintas fases de produção das mudas.

Na adubação de base média, praticada pelas empresas, encontra-se valores superiores ao recomendado (Gonçalves et al, 2000) que está próximo aos valores mínimos aplicados pelas empresas (Tabela 3).

Tabela 3. Valores médio, maximo e mínimo de nutrientes utilizados na fertilização de base das mudas no viveiro

Nutriente Maximo Media Mínimo * Desvio padrão
Kg/m³         
N 0,63 0,34 0,15 0,14
P2O5 1,92 1,30 0,50 0,42
K2O 0,78 0,35 0,20 0,22

* Valores semelhantes ao recomendado

Irrigação – O sistema de irrigação utilizado é diferenciado nas etapas de produção do viveiro:
• Mini-jardim clonal – i) subirrigação; ii)  gotejamento; iii) sistema de aspersão
• Casa de vegetação – i) nebulização com fogger; ii) barra e micro aspersores
• Sombreamento - i) mini-aspersão e aspersão
• Quadras de aclimatação – i) aspersão
• Pleno sol – i) aspersão; ii) barra móvel; iii) subirrigação; iv) super mankad

Efluentes – Um terço das empresas trata o efluente e outro terço reutiliza (prática feita com os devidos cuidados) e no restante das empresas existem estudos de viabilidade do processo de tratamento.

Mão de obra – Nas empresas avaliadas, 57% da mão de obra do viveiro é própria e 43% é terceirizada, sendo que 33% dos terceirizados tem a coordenação de funcionários da empresa.

Área critica com necessidade de pesquisa

Foi classificado às prioridades de pesquisas dentro do setor de produção de mudas de acordo com os representantes das empresas participantes.

1. Pragas e doenças – interações (clima, material genético, idade); controle; manejo; produtos; registros.
2. Nutrição – adubação base e cobertura; substratos.
3. Propagação - enraizamento; crescimento plagiotrópico e homogeneidade do desenvolvimento.
4. Recipientes – tamanho; biodegradável.
5. Irrigação – adubação e reutilização.
6. Fisiologia – temperatura; fotoperíodo.
7. Biossegurança

Bibliografia

Gonçalves,J.L.M.; Benedetti,V. Nutrição e fertilização florestal. Piracicaba: IPEF, 2000. 427p.

Stape, J.L., Gonçalves, J.L.M., Gonçalves, A.N. Relationships between nursery practices and field performance for Eucalyptus plantations in Brazil: A historical overview and its increasing importance. New Forests, 2001. 22 (1-2), pp. 19-41.

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